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A conclusão da duplicação da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, entre Garça e Bauru, está plenamente assegurada. Dentre as inaugurações previstas pelo governador José Serra, até o seu afastamento do cargo para disputar a presidência, estão previstos 9 itens, entre eles, a duplicação da Bauru-Marília, que na realidade é Garça-Bauru, pois o trecho entre Garça e Marília ficou pronto há um bom tempo. E a parte entre Marília e Lácio, inclusive, foi executada pelo então governador Mário Covas. De qualquer forma, não deixa de ser uma boa notícia e até o final do mês, provavelmente antes do dia 25, José Serra estará entregando esse novo trecho que permitirá aos garcenses percorrerem a distância até São Paulo em pista dupla e com toda a segurança possível, eliminando o perigoso gargalo que existia até Bauru.
Do leitor Cristiano Inácio, de Bauru, recebemos o seguinte e-mail: “No último fim de semana estive em Garça com a minha namorada e a levei ao Lago para mostrar o jardim japonês. E fiquei surpreso com a grama alta, os tanques sem peixes e os bancos sem condições de sentar”. Diz ainda o Cristiano confiar que o recanto venha a ser arrumado o quanto antes, sem aguardar a aproximação da Festa da Cerejeira.
Para verificar a veracidade da reclamação, ontem estivemos lá no Jardim Oriental e por sorte, encontramos com o Nelson Koske Ichisato, um dos responsáveis pela manutenção das cerejeiras do Lago. Nelson foi logo adiantando que devido as últimas chuvas, realmente a grama do jardim está um pouco alta e pelo acumulo de serviço no setor, o corte encontra-se atrasado em uma semana. Quanto a falta de peixes, ele informou que nestes próximos dias rumará para Atibaia, para adquirir exemplares de carpas orientais, um peixe originário do Japão, já devidamente ambientado em nosso clima. Nelson apenas pediu que a Prefeitura providenciasse alguns pontos de água no Jardim Oriental, para que as plantas ali cultivadas possam ser irrigadas periodicamente. E enfatizou: esse logradouro deve ser tratado como um jardim e não como um bosque. Ou seja, dispensa cuidados diários. Portanto, caro leitor bauruense, as providências estão sendo tomadas, para que o Jardim Oriental volte a ser um cartão de visitas do Lago.
Encontrar o Nelson Ichisato e não falar das cerejeiras é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Como vários pés de cerejeiras já estão apresentando uma floração intensa, perguntamos ao Nelson, indiscutivelmente um dos maiores experts no assunto em todo o Estado, se correríamos o risco de ter novamente em 2010, uma Festa da Cerejeira sem cerejeiras. Ele nos confidenciou que realmente muitas flores já se abriram, mas para junho espera uma florada razoável, ainda longe daqueles belíssimos espetáculos apresentados há alguns anos. O chamado pai das Cerejeiras, credita essa irregularidade na floração aos tratos inadequados aplicados ultimamente. Aos poucos vai procurando corrigir as deficiências observadas e espera que a partir de 2011, as Cerejeiras voltem a apresentar uma florada uniforme entre os meses de junho e julho. Para que isso aconteça, espera contar com todo o apoio da atual administração municipal, que o reconduziu ao cargo de tratador das cerejeiras.
Semana passada publicamos um resumo da biografia do saudoso Osmar Silvestre Rocha, que por muitos anos respondeu pelo setor de tratamento de água da cidade e muitas pessoas nos procuraram para observar que os dados estavam incompletos. Afinal ficou faltando o lado familiar do Osmar, com quem ele foi casado e quem são seus filhos. Para surpresa de todos, vamos adiantando que a biografia foi escrita pela própria esposa do Osmar, a Solange Oliveira Rocha, que procurou apenas se ater a pessoa do futuro homenageado que terá o seu nome perpetuado na Estação de Tratamento de Água do SAAE. Osmar casou-se com a Solange em 19/11/1977 e deste consórcio nasceram três filhos: Karina, Fernando e Guilherme. A Karina hoje reside em São Paulo, onde trabalha numa empresa de assessoramento da Stock-Kar, convivendo com esse mundo atribulado das corridas automobilísticas. Fernando formou-se em Agronomia e trabalha numa empresa garcense, enquanto Guilherme, o mais novo, está terminando o curso colegial. Acreditamos que agora a biografia do nosso inesquecível Osmar Silvestre Rocha está completa.
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